DIVERSÃO: Acidente fere 16 no Playcenter. 'Vi crianças sangrando', diz vítima

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Acidente no Playcenter fere 16 pessoas

Vítimas relatam ao iG como aconteceu o acidente no brinquedo Looping Star
 
Um acidente no brinquedo Looping Star, no parque de diversões Playcenter, na zona norte de São Paulo, deixou 16 pessoas feridas no início da tarde desta quinta-feira. As vítimas tiveram ferimentos leves, segundo a assessoria de imprensa do parque. Testemunhas contaram ao iG que dois carrinhos se chocaram no local de embarque da montanha-russa. "O primeiro carrinho ficou parado. Aí o segundo bateu duas vezes atrás. Com o choque, ficamos feridos", relata Rodrigo do Nascimento Amaral, de 10 anos.

Foto: Márcio Apolinário/iG
Rodrigo do Nascimento mostra os ferimentos e fala como foi o acidente

A montanha-russa foi interditada após apresentar problemas, mas o Playcenter permaneceu aberto. A assessoria informou que está apurando as causas do acidente. O Corpo de Bombeiros não foi acionado. O resgate dos feridos foi feito pela brigada do parque. Eles foram atendidos no ambulatório do local e encaminhados de ambulância ao Hospital Metropolitano.

Quinze feridos receberam alta no decorrer da tarde e uma menina, Nathália Lopes, está em observação por ter sofrido uma fratura no nariz e alguns ferimentos no rosto, de acordo com o Playcenter. Ela deve passar por cirurgia durante a manhã desta sexta-feira.

Foto: Futura Press
Acidente com o brinquedo Looping Star, no parque de diversões Playcenter, em São Paulo

Wilson Ferreira Costa, pai de Nathália Lopes Costa, disse que recebeu o telefonema da escola informando sobre o acidente de sua filha. “Ainda não sei direito o que aconteceu com ela. Ela está com o rosto muito inchado e será operada amanhã cedo, é a única coisa que sei. Me passaram poucas informações”, relatou o vigilante que também é avô de Maiara Lopes Santos, de 10 anos, envolvida no acidente.

A estudante Bianca de Oliveira Lima dos Santos, de 11 anos, foi ao Playcenter com uma excursão do Colégio Maria Dirce 2, de Guarulhos. Ela machucou o maxilar e foi atendida no Hospital Metropolitano. “Eu estava no meio do expediente e recebi uma ligação dizendo que minha filha tinha sofrido um acidente no parque. Me falaram que não havia acontecido nada de grave, mas resolvi ir ao Playcenter. De lá, me colocaram em um táxi para vir ao hospital. Encontrei minha filha com o queixo inchado", conta a mãe Elinalva Oliveira Lima.

Foto: Márcio Apolinário/iG
Bianca sofreu ferimentos no queixo

Ao iG, Bianca conta que o acidente envolveu dois carrinhos do Looping Star, uma espécie de montanha-russa. Um dos carrinhos se preparava para sair e o segundo estava chegando. "Só que o primeiro não saiu e os carrinhos se chocaram duas vezes. Vi crianças saindo sangrando e chorando. Uma amiga fraturou a clavícula e outra, o nariz", afirmou ela na porta do hospital.

"O meu nariz jorrava sangue", conta ao iG Rodrigo Amaral. Ele estava na mesma excursão de Bianca. De família carente, pai pedreiro e mãe empregada doméstica, foi a primeira vez que ele foi ao Playcenter. "Fizemos um sacrifício danado para pagar a excursão. Era o primeiro brinquedo que o Rodrigo ia. Ele ficou duas horas na fila e, no fim, teve o acidente", lamenta o pai Valdevino do Nascimento Amaral. A mãe, Márcia Ângela, tem problemas de pressão alta e passou mal ao receber a notícia. "Pensei no pior. Não sosseguei enquanto não vi meu filho", conta. Rodrigo bateu o nariz e sofreu fratura leve. Ele também foi atendido no hospital Metropolitano.

Em nota, o Playcenter diz que o equipamento passou por vistoria, manutenção e testes de segurança de rotina nesta quinta-feira. "Informamos que todas as vistorias pertinentes ao equipamento estavam rigorosamente em dia. Ressaltamos que as vistorias são feitas da seguinte forma: diariamente, check list para liberação de funcionamento; preventivamente, troca corretiva de peças para garantir o bom funcionamento dos brinquedos; semestralmente, laudos realizados por empresa terceirizada, com mais de 25 anos de atuação junto ao segmento, e que certifica a segurança e capacidade de operação dos brinquedos".

* Com informações da AE

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ELEIÇÕES: Vox/Band/iG: Dilma tem 51%, e Serra, 24%. Marina vai a 10%

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Vox Populi/Band/iG: Dilma mantém 51% e Serra segue com 24%

Marina Silva, do PV, chega a 10% e é a única presidenciável que cresceu em relação à pesquisa da semana passada

Gráfico
 
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, manteve a distância de 27 pontos sobre o tucano José Serra na mais recente pesquisa Vox Populi/Band/iG, divulgada nesta quinta-feira. Com 51% das intenções de voto, a ex-ministra da Casa Civil seria eleita logo no primeiro turno. Serra manteve os mesmos 24% apontados no levantamento do último dia 17. Em agosto, a distância entre eles era de 16 pontos.

Marina Silva (PV) foi a única presidenciável que avançou em relação à pesquisa anterior. Ela cresceu dois pontos percentuais e tem agora com 10% das preferências. O número de eleitores que não sabem ou não responderam à pesquisa agora é de 9% - contra 11% da semana passada. Brancos e nulos somam 5%. Juntos, os demais candidatos têm 1%.

A pesquisa tem margem de erro de 1,8 ponto percentual e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 31.705/10. O instituto ouviu 3.000 pessoas, de 219 municípios, entre os dias 18 e 21 de setembro.

De acordo com o instituto, Dilma aparece à frente dos rivais em todas as faixas etárias, sociais e regionais pesquisados pelo instituto. A candidata petista tem o melhor desempenho entre eleitores do Nordeste, onde ela recebe 67% das intenções de voto – contra 16% de Serra e 7% de Marina. A distância entre Dilma e os rivais é menor no Sul. Na região, ela tem 42% das preferências, contra 37% de Serra (melhor cenário do tucano) e 6% de Marina.

Dilma é a candidata favorita de eleitores entre 16 e 24 anos (tem 56% das intenções de voto), que vivem em municípios pequenos (59%), que estudaram entre a quinta e a oitava série (58%) e que ganham até um salário mínimo.

Já Serra encontra tem seu melhor desempenho entre eleitores entre 40 e 49 anos (26%), com ensino superior (29%) e que ganham mais de cinco salários mínimos (28%). Entre os eleitores com ensino superior, Marina obtém seu melhor desempenho: 22%.

Na pesquisa espontânea, quando o nome dos candidatos não é apresentado aos eleitores, Dilma é citada por 44% dos entrevistados. Serra é lembrado por 21% dos eleitores e Marina, 9%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é citado ainda por 1% dos eleitores.

Fonte: www.ig.com.br

ELEIÇÕES: Busca por votos, Lula reforça presença em São Paulo na última semana de campanha

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Lula reforça presença em São Paulo na última semana de campanha



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçará sua presença na campanha paulista nesta última semana. Amanhã, Lula participa de evento na BM&F/Bovespa e segue para Porto Alegre.

De lá, retorna para São Paulo e passa o fim de semana em São Bernardo do Campo – ainda sem previsão de fazer campanha para o candidato do PT ao governo, Aloizio Mercadante.

Mas Mercadante não terá do que reclamar.

Na segunda-feira, Lula tem agenda no interior paulista, em Barra Bonita e outros municípios da região da cana-de-açúcar, onde inaugura usinas e, já que vai estar em São Paulo mesmo, participa do último comício de Dilma Rousseff, que deve ocorrer no Sambódromo.

Na terça, Lula despacha em Brasília. Na quarta, deve ir a Aracajú dar uma força para a reeleição do governador do Sergipe, Marcelo Déda.

O que não estava na agenda é uma volta de Lula a São Paulo no dia 30, no fim da tarde, para um evento em São Bernardo do Campo e ainda uma visita a Campinas, na sexta-feira, dia 1º.

E aí o presidente já fica em São Paulo mesmo até o dia de votar, como de costume, no Colégio Dr. João Firmino Ferreira de Araújo, em São Bernardo

Fonte: www.ig.com.br

POLÍTICA: Dilma pede, e polícia faz vistoria antibomba em local de debate

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Polícia confirma a solicitação, mas pondera que o serviço foi feito em prol da segurança de todos os candidatos

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, solicitou à Polícia Federal uma varredura antibomba no auditório onde será realizado o debate entre os presidenciáveis na noite desta quinta-feira em Brasília.

Duas horas antes do debate, três policiais federais e um cachorro pastor alemão vistoriaram o palco e os bastidores do auditório da Universidade Católica de Brasília. O evento é promovido pela instituição em parceria com a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Questionado pelo iG, um dos policiais confirmou que a varredura foi feita a pedido de Dilma, mas visou garantir a segurança dos demais candidatos a presidente. “O pedido original surgiu da Dilma, mas a gente fez para todos”, disse o policial.

O debate está marcado para as 21h30 e terá transmissão ao vivo pela internet e pelas emissoras televisão da rede católica. Além de Dilma, o evento contará com as presenças de José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).




MÍDIA ULTRAPASSADA: O fim um ciclo em que a velha mídia foi soberana

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O fim um ciclo em que a velha mídia foi soberana

Enviado por luisnassif, sab, 18/09/2010 - 07:20 Dia após dia, episódio após episódio, vem se confirmando o cenário que traçamos aqui desde meados do ano passado: o suicídio do PSDB apostando as fichas em José Serra; a reestruturação partidária pós-eleições; o novo papel de Aécio Neves no cenário político; o pacto espúrio de Serra com a velha mídia, destruindo a oposição e a reputação dos jornais; os riscos para a liberdade de opinião, caso ele fosse eleito; a perda gradativa de influência da velha mídia.

O provável anúncio da saída de Aécio Neves marca oficialmente o fim do PSDB e da aliança com a velha mídia carioca-paulista que lhe forneceu a hegemonia política de 1994 a 2002 e a hegemonia sobre a oposição no período posterior.

Daqui para frente, o outrora glorioso PSDB, que em outros tempos encarnou a esperança de racionalidade administrativa, de não-sectarismo, será reduzido a uma reedição do velho PRP (Partido Republicano Paulista), encastelado em São Paulo e comandado por um político – Geraldo Alckmin – sem expressão nacional.


Fim de um período odioso

Restarão os ecos da mais odiosa campanha política da moderna história brasileira – um processo que se iniciou cinco anos atrás, com o uso intensivo da injúria, o exercício recorrente do assassinato de reputações, conseguindo suplantar em baixaria e falta de escrúpulos até a campanha de Fernando Collor em 1989.

As quarenta capas de Veja – culminando com a que aparece chutando o presidente – entrarão para a história do anti-jornalismo nacional. Os ataques de parajornalistas a jornalistas, patrocinados por Serra e admitidos por Roberto Civita, marcarão a categoria por décadas, como símbolo do período mais abjeto de uma história que começa gloriosa, com a campanha das diretas, e se encerra melancólica, exibindo um esgoto a céu aberto.

Levará anos para que o rancor seja extirpado da comunidade dos jornalistas, diluindo o envenenamento geral que tomou conta da classe.

A verdadeira história desse desastre ainda levará algum tempo para ser contada, o pacto com diretores da velha mídia, a noite de São Bartolomeu, para afastar os dissidentes, os assassinatos de reputação de jornalistas e políticos, adversários e até aliados, bancados diretamente por Serra, a tentativa de criar dossiês contra Aécio, da mesma maneira que utilizou contra Roseana, Tasso e Paulo Renato.


O general que traiu seu exército

Do cenário político desaparecerá também o DEM, com seus militantes distribuindo-se pelo PMDB e pelo PV.

Encerra-se a carreira de Freire, Jungman, Itagiba, Guerra, Álvaro Dias, Virgilio, Heráclito, Bornhausen, do meu amigo Vellozo Lucas, de Márcio Fortes e tantos outros que apostaram suas fichas em uma liderança destrambelhada e egocêntrica, atuando à sombra das conspirações subterrâneas.

Em todo esse período, Serra pensou apenas nele. Sua campanha foi montada para blindá-lo e à família das informações que virão à tona com o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr e da exposição de suas ligações com Daniel Dantas.

Todos os dias, obsessivamente, preocupou-se em vitimizar a filha e a ele, para que qualquer investigação futura sobre seus negócios possa ser rebatida com o argumento de perseguição política.

A interrupção da entrevista à CNT expôs de maneira didática essa estratégia que vinha sendo cantada há tempos aqui, para explicar uma campanha eleitoral sem pé nem cabeça. Seu argumento para Márcia Peltier foi: ocorreu um desrespeito aos direitos individuais da minha filha; o resto é desculpa para esconder o crime principal.

Para salvar a pele, não vacilou em destruir a oposição, em tentar destruir a estabilidade política, em liquidar com a carreira de seus seguidores mais fiéis.

Mesmo depois que todas as pesquisas qualitativas falavam na perda de votos com o denuncismo exacerbado, mesmo com o clima político tornando-se irrespirável, prosseguiu nessa aventura insana, afundando os aliados a cada nova pesquisa e a cada nova denúncia.

Com isso, expôs de tal maneira a filha, que não será mais possível varrer suas estripulias para debaixo do tapete.


A marcha da história

Os episódios dos últimos dias me lembram a lavagem das escadarias do Senhor do Bonfim. Dejetos, lixo, figuras soturnas, almas penadas, todos sendo varridos pela água abundante e revitalizadora da marcha da história.

Dia após dia, mês após mês, quem tem sensibilidade analítica percebia movimentos tectônicos irresistíveis da história.

Primeiro, o desabrochar de uma nova sociedade de consumo de massas, a ascensão dos novos brasileiros ao mercado de consumo e ao mercado político, o Bolsa Família com seu cartão eletrônico, libertando os eleitores dos currais controlados por coronéis regionais.

Depois, a construção gradativa de uma nova sociedade civil, organizando-se em torno de conselhos municipais, estaduais, ONGs, pontos de cultura, associações, sindicatos, conselhos de secretários, pela periferia e pela Internet, sepultando o velho modelo autárquico de governar sem conversar.

Mesmo debaixo do tiroteio cerrado, a nova opinião pública florescia através da blogosfera.

Foi de extremo simbolismo o episódio com o deputado do interior do Rio Grande do Sul, integrante do baixo clero, que resolveu enfrentar a poderosa Rede Globo.

Durante dias, jornalistas vociferantes investiram contra UM deputado inexpressivo, para puni-lo pelo atrevimento de enfrentar os deuses do Olimpo. Matérias no Jornal Nacional, reportagens em O Globo, ataques pela CBN, parecia o exército dos Estados Unidos se valendo das mais poderosas armas de destruição contra um pequeno povoado perdido.

E o gauchão, dando de ombros: meus eleitores não ligam para essa imprensa. Nem me lembro do seu nome. Mas seu desprezo pela força da velha mídia, sem nenhuma presunção de heroísmo, de fazer história, ainda será reconhecido como o momento mais simbólico dessa nova era.


Os novos tempos

A Rede Record ganhou musculatura, a Bandeirantes nunca teve alinhamento automático com a Globo, a ex-Manchete parece querer erguer-se da irrelevância.

De jornal nacional, com tiragem e influência distribuídas por todos os estados, a Folha foi se tornando mais e mais um jornal paulista, assim como o Estadão. A influência da velha mídia se viu reduzida à rede Globo e à CBN. A Abril se debate, faz das tripas coração para esconder a queda de tiragem da Veja.

A blogosfera foi se organizando de maneira espontânea, para enfrentar a barreira de desinformação, fazendo o contraponto à velha mídia não apenas entre leitores bem informados como também junto à imprensa fora do eixo Rio-São Paulo. O fim do controle das verbas publicitárias pela grande mídia, gradativamente passou a revitalizar a mídia do interior. Em temas nacionais, deixou de existir seu alinhamento automático com a velha mídia.

Em breve, mudanças na Lei Geral das Comunicações abrirão espaço para novos grupos entrarem, impondo finalmente a modernização e o arejamento ao derradeiro setor anacrônico de um país que clama pela modernização.


As ameaças à liberdade de opinião

Dia desses, me perguntaram no Twitter qual a probabilidade da imprensa ser calada pelo próximo governo. Disse que era de 25% - o percentual de votos de Serra. Espero, agora, que caia abaixo dos 20% e que seja ultrapassado pela umidade relativa do ar, para que um vento refrescante e revitalizador venha aliviar a política brasileira e o clima de São Paulo.

Autor: Luis Nassif
Fonte: Blog de luisnassif

NATUREZA: Cobra ataca lagarto em foto de concurso londrino sobre a natureza

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Concurso premia melhores fotos de natureza

Finalistas amadores e profissionais de um concurso de fotografias retratando a vida selvagem terão suas obras expostas no Museu de História Natural de Londres a partir do fim deste mês.

A exposição dos melhores trabalhos do prêmio Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year 2009 será inaugurada no próximo dia 23 de outubro.

A mostra fica em cartaz em Londres até abril do ano que vem, quando as fotos seguem em um roteiro itinerante.

Ao todo, 95 fotografias receberão prêmios de finalistas e menções honrosas. Os vencedores serão anunciados no dia 21 de outubro, dois dias antes da abertura da exposição.

A competição do Museu da História Natural e da revista BBC Wildlife, que ocorre pelo 46º ano consecutivo, recebeu mais de 43 mil inscrições de fotógrafos de 94 países.

O prêmio é dividido em 17 categorias e há também uma premiação para dois vencedores gerais - um adulto e outro para jovens de até 17 anos.

Por causa do número crescente de visitantes curiosos para ver os trabalhos da premiação, neste ano o museu vai expor as fotografias em uma de suas maiores galerias.

Veja abaixo algumas fotos da exposição:

Miles Kenzo Kooren / Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year 2009


Paul Nicklen / Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year 2009


Brian Matthews / Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year 2009


Comandante brasileira: Mulher paraense comanda navio mercante brasileiro

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Paraense de 35 anos é a primeira mulher no comando de um navio mercante brasileiro

Uma paraense de 35 anos se tornou a primeira mulher à frente de um navio da Marinha Mercante Brasileira. A comandante tem medo de avião e não gosta de dirigir carros. Mas não teme enfrentar o mar.


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